Decorreu no passado sábado, 26 de Março, a Reunião Geral da Plataforma Cívica.

Os presentes tiveram a oportunidade de fazer algum balanço da acção desenvolvida e perspetivar o futuro mais imediato.
Particular destaque foi dado ao concurso público, lançado pelo Governo e executado pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT, IP).
Foi possível identificar um conjunto de fragilidades e vícios que ensombram a necessária isenção e rigor que seria de esperar.
A conclusão geral foi a de que o processo, desde a sua origem até ao presente, estava refém e condicionado pelo poder político.
De realçar que tal quadro não resulta de qualquer incompetência ou falta de experiência. O processo decorre desta forma porque assim foi determinado e orientado.
O “simples” facto de o Júri do concurso já ter escolhido o consórcio vencedor, há mais de uma semana, e de não ter feito o anúncio público ficando à espera da posse do novo governo é disso exemplo.

Na Reunião Geral foi aprovada, por unanimidade, a Moção que a seguir se publica.
Do mesmo modo aqui se deixa a Nota à Imprensa que a Plataforma fez sair logo após a Reunião.